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23 Tipos de Teologia – Quantas Você Conhece?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

O estudo da Teologia é algo de extrema importância para qualquer cristão. Na verdade, qualquer pergunta ou resposta relacionada á Deus, sua obra ou ação, bem como sobre a relação do homem com Deus é uma busca teológica a partir dos elemento colocados à nossa disposição.

Estes elementos estão presentes no próprio homem, na natureza, no universo; nas ações e relações humanas; na evolução ou involução de alguns processos naturais, etc.

Todos estes elementos contribuem para a busca contínua de entender melhor sobre a Divindade. Por conta disso, a Teologia tem sido dividida em vários ramos de estudos, priorizando um conhecimento mais claro e objetivo na área que se propõe a estudar.

Abaixo uma lista (não exaustiva) das várias divisões do estudo teológico, na busca por ordenar, sistematizar e tornar-se relevante para a humanidade, buscando tornar mais didática a compreensão sobre a Divindade.

Teologia Anacroamática

A mais alta teologia. É a teologia do ensino em contraposição a teologia catequética. O termo foi criado pelos escolásticos luteranos para nomear a exposição e defesa dos mais altos ministérios da fé cristã.

Teologia Alexandrina

Doutrina cristã elaborada em Alexandria, no Egito, e que floresceu do terceiro ao quinto século. A principal tarefa dos doutores e pais alexandrinos foi harmonizar a teologia cristã com a filosofia de Platão.

Teologia Asiática

Esforço concentrado dos cristãos asiáticos em adequar a mensagem de Cristo á sua realidade. Os teólogos da Ásia, de um modo geral, alegam que o cristianismo foi tremendamente adulterado pelo Ocidente, fazendo-se necessária pois, uma adaptação da Teologia Cristã às reais necessidades culturais, históricas e antropológicas da região.

Tal preocupação, aliás, já era manifestada por Sadu Sundar Sing. O evangelista Indiano fazia questão de dar a água da vida a seu povo em uma taça Indiana e não numa chávena Inglesa. Os princípios da transculturação jamais podem ser esquecidos.

Teologia Bíblica

A Teologia bíblica estuda a Bíblia e organiza as conclusões obtidas pela Teologia exegética (que usa técnicas como a exegese para interpretar a Bíblia) em várias divisões e áreas de estudo, com a finalidade de estudar e conhecer a evolução ou a história progressiva da Revelação de Deus à humanidade, desde da sua queda e passando pelo Antigo Testamento e Novo Testamento.

A Teologia Bíblica, ao contrário da Teologia Sistemática, é indutiva, isto é, a partir da pesquisa exegética faz afirmações, ou seja, parte do específico para o geral.

De um modo geral, a Teologia Bíblica parte da exegese de textos bíblicos como afirmação primeira, daí elaborando afirmações decorrentes.

Teologia da Experiência

Doutrina segundo a qual a experiência é a base da Teologia Cristã. Neste sentido, o conhecimento é prescindível. Um de seus maiores representantes é Friedrich Schleiermacher (1768 – 1834).

Em seu sistema, o teólogo alemão não realça a ação de Deus em relação à Humanidade, mas busca mostrar o cristianismo pela experiência do homem com o sobrenatural.

Teologia da Libertação

A Teologia da Libertação é uma corrente teológica cristã nascida na América Latina, depois do Concílio Vaticano II e da Conferência de Medellín, que parte da premissa de que o Evangelho exige a opção preferencial pelos pobres e especifica que a teologia, para concretar essa opção, deve usar também as ciências humanas e sociais.

É considerada como um movimento supradenominacional, apartidário e inclusivista de teologia política, que engloba várias correntes de pensamento que interpretam os ensinamentos de Jesus Cristo em termos de uma libertação de injustas condições econômicas, políticas ou sociais.

Ela foi descrita pelos seus proponentes como uma reinterpretação analítica e antropológica da fé cristã, em vista dos problemas sociais, mas seus oponentes a descrevem como um marxismo, relativismo e materialismo cristianizado.

Leonardo Boff, um dos expoentes da teologia da libertação no Brasil.

Teologia da Morte de Deus

Conhecida também como ateísmo cristão e Teologia Secular, a Teologia da Morte de Deus, que floresceu na década de 1960, ensinava já estar totalmente descartada, pelo homem moderno, a idéia de um Deus transcedental.

Eis os maiores representantes da doutrina: Thomas J.J. Altizer, William Hamilton e Paul van Buren.

Teologia das Alianças

O mesmo que Teologia dos Pactos. Doutrina que tem por base as alianças e concertos que Deus estabeleceu com o homem.

A forma padrão pela qual se organiza a Teologia da Aliança considera a história do relacionamento de Deus com a humanidade, desde a Criação, a Queda até a Redenção para a Consumação, sob o marco de três abrangentes alianças teológicas: Aliança das Obras, Aliança da Graça e Aliança da Redenção.

Aliancistas dizem serem “teológicas” essas três alianças, porque, embora não explicitamente apresentadas como tais no texto da Bíblia Sagrada, podem ser consideradas teologicamente implícitas, ao descrever e resumir a imensa riqueza de dados e informações escriturísticos.

Igrejas Reformadas sistemas de pensamento tratam a Teologia da Aliança clássica não meramente como um ponto de doutrina ou como um dogma central, mas como a estrutura pela qual o texto bíblico se organiza.

Teologia Dialética ou Teologia Neo-Ortodoxa

Teologia dialética (ou teologia da crise ou, ainda, teologia da Palavra) ou neo-ortodoxia foi um movimento teológico que floresceu na Europa (particularmente na Alemanha) da década de 1920.

Reagindo ao liberalismo teológico, a teologia dialética tem em Karl Barth o principal nome. Além dele, outros teólogos tornaram-se conhecidos, como Emil Brunner, Friedrich Gogarten, Eduard Thurneysen e Rudolf Bultmann, por exemplo.

De uma forma geral, a teologia dialética apresenta duas características básicas. Em primeiro lugar, afirma-se que a própria revelação tem estrutura dialética, “na medida em que mantém unidos elementos que se excluem reciprocamente: Deus e homem, eternidade e tempo, revelação e história”.

Segundo, os próprios enunciados teológicos devem seguir esta metodologia dialética, exprimindo tanto a posição quanto a negação. O grande exemplo desta metodologia continua sendo o primeiro livro de Karl Barth, intitulado A Carta aos Romanos.

Teologia dos Pactos

Doutrina que considera o relacionamento entre Deus e os homens a essência da Teologia. Este ensino floresceu durante a reforma protestante, e teve como principal representante a Zwínglio. Posteriormente seria desenvolvida por João Calvino.

A teologia do pacto é o evangelho apresentado no contexto do plano eterno de Deus de comunhão com o Seu povo, e seu desenvolvimento histórico nos pactos das obras e da graça (bem como nos vários estágios progressivos do pacto da graça).

A teologia do pacto explica o significado da morte de Cristo à luz da plenitude do ensino bíblico sobre os pactos divinos, fortalece nosso entendimento da natureza e uso dos sacramentos, e provê a explicação mais completa possível dos fundamentos de nossa segurança.

Colocado de outra forma, a teologia do pacto é o modo da Bíblia explicar e aprofundar nosso entendimento da: (1) expiação [o significado da morte de Cristo]; (2) segurança [a base de nossa confiança de comunhão com Deus e o desfrutar de Suas promessas]; (3) os sacramentos [sinais e selos das promessas pactuais de Deus – o que eles são e como eles operam]; e (4) a continuidade da história da redenção [o plano unificado de salvação de Deus].

A teologia do pacto é também uma hermenêutica; uma abordagem do entendimento das Escrituras – uma abordagem que tenta explicar biblicamente a unidade da revelação bíblica.

Teologia do Processo

De conformidade com este sistema, cujos maiores representantes são Shailer Mathews e Henry Nelson Wieman, acha-se Deus completamente envolvido no interminável processo a que se encontra submetido o Universo. Sob esta ótica, as ciências naturais tem mais peso que a relação divina.

Esta doutrina esta mais baseada na filosofia do que na Teologia. Haja vista que um de seus mais respeitáveis adeptos é o pensador francês Henry Bergson.

Teologia Empírica ou Teologia Natural

A Teologia Natural é o ramo da filosofia que investiga o que a razão humana sem a ajuda da revelação pode nos dizer a respeito de Deus. É aqui entendida como uma tentativa de determinar as características de Deus sem recorrer à revelação divina (escritura ou experiência mística) ou à qualquer ideia que não seja “natural”.

Aqui não se trata de olhar para a beleza da natureza ou evidências de design, mas sim de através da razão humana apenas, do pensamento e de nada que não seja “natural”, se chegar a Deus.

A Teologia Natural é o resultado intelectual da tendência natural da mente humana para desejar ou ser inclinado em direção a Deus. Haveria um “instinto natural” no ser humano de se buscar “algo maior”, uma busca para além dos limites da razão e da ciência.

Esta abordagem tradicionalmente apela ao “desejo natural de ver Deus”, desenvolvido por Tomás de Aquino, embora a recente ciência cognitiva da religião abriu outras formas de desenvolver este tema bastante interessantes.

Teologia Especulativa

Filosofia pagã que se ocupa em especular a cerca de Deus.

Teologia Federal

Elaborado por Johannes Cocceius ( 1603 – 1669 ), este sistema tem como base a idéia de que toda raça Humana estava representada em Adão, no pacto de obras que Deus firmara com o nosso primeiro Pai. Por isso todos fomos afetados por sua queda.

Teologia Filosófica

A teologia filosófica é um ramo da teologia em que os métodos filosóficos são utilizados para chegar a uma compreensão mais clara das verdades divinas. Existe um debate sobre se a teologia e a filosofia devem estar envolvidas no esforço do homem para chegar à verdade, ou se a revelação divina pode, ou deve, se manter sozinha.

Ao longo dos séculos, tem havido várias teorias diferentes sobre o quão extensivamente os sistemas filosóficos devem ser aplicados aos conceitos teológicos.

Alguns dizem que os dois devem ser absolutamente separados, que não têm nada a ver com o outro. Outros dizem que a filosofia e a razão são necessárias para que o homem entenda corretamente a revelação divina. Ainda outros tomam uma abordagem moderada, dizendo que a filosofia é uma ferramenta útil, mas que não deve ser totalmente confiada.

A teologia filosófica surgiu nos séculos 18 e 19, quando os pensadores positivistas, modernistas e iluministas atacaram o Cristianismo. Os teólogos queriam uma maneira de explicar e defender as suas crenças e descobriram que podiam usar métodos filosóficos para defender a revelação divina.

O uso da filosofia para analisar e explicar a teologia não foi sem precedentes.

Tomás de Aquino, Agostinho e outros teólogos da Antiguidade tinham usado as ideias de Aristóteles e Sócrates em seus escritos em um esforço para pensar e compreender os conceitos apresentados na Bíblia.

Muitos apologistas modernos ainda usam argumentos filosóficos. Por exemplo, os argumentos teleológicos e ontológicos para a existência de Deus são enraizados firmemente na teologia filosófica.

Teologia Histórica

A teologia histórica é um ramo dos estudos teológicos que investiga os mecanismos sócio-histórico culturais que deram início às ideias, sistemas, e afirmações teológicas.

Também compreende a história das doutrinas, o impacto da verdade bíblica em sua trajectória secular e histórica. Inclui, também, um estudo analítico do abandono da verdade bíblica, por parte de grupos hereges que tem aparecido durante a Era Cristã.

Também é chamada de História das Doutrinas, História da Teologia e História do Pensamento Cristão.

Teologia Mediadora

Tendo como seus maiores representantes Dorner e Karl Ullmann, este sistema prima por buscar um ponto de equilíbrio entre as diversas forças doutrinárias que pugnam no arraial Cristão.

Um de seus labores é medir a convivência do racionalismo com o sobrenaturalismo. Para esta Teologia, todas as correntes, por mais antagônicas que se mostrem entre si, podem atuar livre e harmonicamente na Igreja Cristã.

Teologia Moral

Teologia Moral é uma disciplina e um campo de conhecimento da Teologia que se dedica ao estudo e à pesquisa do comportamento humano em relação a princípios morais e ético-religiosos. O vocábulo moral provém do latim mos-moris, que inicialmente significava costume, evoluindo depois para uma significação equivalente ao grego ethos.

Na teologia cristã, a teologia moral ocupa-se do estudo sistemático dos princípios ético-morais subjacentes à doutrina e às verdades reveladas por Deus, bem como à sua aplicação posterior à vida quotidiana do cristão e da Igreja. Esta teologia está, em parte, englobada pela teologia sistemática. Mas, apesar disso, muitas vezes ela também está associada à teologia prática.

O Evangelho e as verdades e doutrinas reveladas, estudadas pela teologia dogmática, estão essencialmente ligadas a uma ética e conduta moral, algo que eles têm que fazer em consequência (e prova) de sua salvação.

Teologia Negra

Fundado a partir das doutrinas libertárias de James Cone, este sistema tem como primordial preocupação a libertação política, social e econômica do homem negro. Suas afinidades com a Teologia da Libertação são muito impressionantes.

Teologia Ortodoxa

Sistema Doutrinário que se acha de acordo com as crenças oficialmente aceitas. Nem sempre, porém, a ortodoxia está de acordo com as Sagradas Escrituras. As doutrinas de uma seita herética, por exemplo, em relação a si, são ortodoxas; mas, em relação à Palavra de Deus, heterodoxas. Por isso, uma doutrina para ser válida tem de ser, além de ortodoxa, essencial, estrutural e historicamente Bíblica.

A verdadeira ortodoxia tem de estar de acordo não somente com o arcabouço doutrinal da denominação, mas principalmente com os arcanos da Bíblia Sagrada.

Teologia Pastoral

Doutrina que tem por objetivo apresentar as razões, funções e reivindicações do ministério Cristão conforme preconiza o Novo Testamento.

A teologia pastoral é a disciplina teológica estudando a prática eclesial e oferecendo critérios para a ação corretiva. É a parte da Teologia cristã que cuida da aplicação prática dos ensinamentos teológicos à ação ou pastoral da Igreja e à vida quotidiana de cada crente, principalmente à formação dos fiéis, conduzindo-os no reto caminho da Palavra de Deus e da salvação, através dos ensinamentos.

Esta teologia, que está englobada pela teologia prática, contém vários sub-campos relacionados como a Teologia de Missões, a Evangelização, a psicologia pastoral ou psicologia da religião, homilética e áreas similares.

Teologia Política

Ensino que defende a participação da igreja nas decisões nacionais, visando a apresentação à sociedade e aos poderes constituídos as reivindicações da Palavra de Deus quanto à promoção do bem comum.

Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática

Organização lógica e ordenada das verdades alusivas a Deus e ao seu relacionamento com o homem, num sistema doutrinário, cultural e historicamente coeso e harmônico com as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento.

A teologia sistemática, que engloba ramos como a teologia das doutrinas, a teologia dogmática e a teologia filosófica, é a disciplina da teologia cristã que formula uma descrição ordenada, racional e coerente da fé e crenças cristãs. Ela reúne as informações extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes contradições e, com isso, fornece um grande sistema explicativo (diferentemente da teologia histórica ou da teologia bíblica).

A teologia sistemática está também associada por vezes à apologética cristã, que serve para, no confronto teológico entre diferentes religiões e heresias, defender a doutrina da confissão cristã em causa.

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14 comentários

José MárcioPublicado em 7:17 am - nov 13, 2018

Muito interessante. Uma excelente ferramenta para quem quer crescer na doutrina cristã

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OneidaPublicado em 7:25 am - nov 13, 2018

Amo conhecer a palavra de Deus

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OneidaPublicado em 7:26 am - nov 13, 2018

A palavra de Deus é lampada para meus pés.

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José SantanaPublicado em 12:11 pm - nov 13, 2018

Super material em excelência como base de conhecimento pra aprendizado e crescimento no Reino de Deus!

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Fernando Moreira Neto MotaPublicado em 10:14 am - nov 14, 2018

A verdadeira teologia, aquela a que os prezados irmãos expõem é indubitavelmente excelente e necessária. Vou estar atento, e deixar-me guiar pelo Espírito de Deus. Desde já o meu OBRIGADO pelos recursos espirituais que possuem e partilham com todos os crentes.
Naturalmente, que fatores financeiros, de idade e saúde condicionam e comprometem uma inscrição séria e eficaz em qualquer dos v/ cursos.
Agradeço por isso a melhor compreensão dos irmãos professores.
Graça e Paz.

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JOSÉ WALDYR DE ALMEIDA GOMESPublicado em 7:00 am - nov 16, 2018

maravilha!! tanta ferramenta!! sempre melhorando a escola de teologia parabéns prof Netanias!! sempre com novidades, para o crescimento na graça e conhecimento nota 10 Prof!!

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JOSÉ WALDYR DE ALMEIDA GOMESPublicado em 7:02 am - nov 16, 2018

maravilha!! tanta ferramenta!!

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