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A Fórmula Simples Para Uma Pregação Eficaz

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

Você já parou para pensar como é maravilhoso que um Deus todo-poderoso que trouxe o mundo à existência fale com este mesmo mundo através de um livro?

E você já pensou qual a importância do seu papel como pregador da Palavra de Deus, ou seja, de ser um dos responsáveis por entender a Palavra desse Deus todo-poderoso e transmiti-la às pessoas do mundo criado por Ele?

Que graça! Se você não fica maravilhado com isso, posso lhe dizer que a pregação não é para você.

Todo pregador que transmite uma mensagem impactante é alguém que tem uma convicção fascinante de que a Bíblia é a comunicação direta e pessoal de Deus ao seu povo. E isso é a fonte de uma pregação eficaz.

De fato, o homem que atende a um chamado para pregar assume uma enorme responsabilidade que deve ser atada ao temor sagrado. Não é algo que devemos entrar casualmente.

A Pregação não é um jogo!

A pregação é um assunto sério. Não é um jogo.

Quantos irmãos estão mais preocupados em tornar-se um pregador melhor do que os outros. Sim, você pode desejar tornar-se cada vez mais um pregador melhor.

Mas, isso não é um jogo. Você está em uma batalha, não em um jogo. E nesta batalha, não interessa quem tem o melhor estilo de luta; o que realmente importa é se você luta; se você está disposto a lutar continuamente.

A pregação é algo sério, pois ela deve realmente ajudar as pessoas. Mas, a pregação que não é desenvolvida a partir da sabedoria bíblica, da exegese fiel e da habilidade homilética pode causar danos profundos. Estes danos podem ser tanto em você quanto nos seus ouvintes.

Por isso, antes de falar sobre as idéias expostas na Palavra de Deus, você precisa aprender como fazer o que foi chamado para fazer.

Primeiro você. Depois o ouvinte!

Apesar de tudo o que você leu até agora ser verdade, a pregação não é algo complexo.

É claro que existem vários fatores a considerar quando se pensa sobre o que dizer e como dizer em uma pregação, mas gostaria de lhe informar que toda pregação bíblica fiel compartilha uma característica em comum.

A pregação eficaz sempre flui do coração de um homem que viu e entendeu grandes verdades da Bíblia, aplicou em sua própria vida com prazer e agora está diante do povo para compartilhar o aprendizado.

A pregação fiel pode ser muito mais do que isso, mas não deveria ser menos.

Se toda grande pregação é o resultado de ver coisas maravilhosas na Bíblia, então preparar-se para pregar deveria ser um processo relativamente simples, correto?

Basicamente, pregar é simples, embora seja intelectualmente difícil. Se você quiser pregar bem e com segurança – de uma maneira que ajude seus ouvintes em vez de prejudicá-los – você deve ler, orar, estudar e refletir sobre as Escrituras até que elas avivem. Você precisa ver, pelo poder do Espírito, o que Deus disse.

Então, aqui está a primeira parte da sua pregação: depois de ter meditado na Bíblia e ter encontrado e entendido verdades gloriosas, agora você deve reservar um tempo para pensar em como contar aos outros o que Deus lhe mostrou e como isso se aplica à vida deles.

Como obter o entendimento e a visão da Bíblia para a sua pregação?

De forma sucinta, podemos definir assim…

O entendimento é a compreensão do texto que você escolheu para transmitir aos seus ouvintes. O texto precisa ser compreendido em sua profundidade, com clareza e de modo objetivo.

E essa compreensão, como já foi dito anteriormente, não é apenas no nível da racionalização e dos conceitos humanos; mas, no nível e de acordo com os conceitos divinos, bíblicos e cristãos universais.

Para isso, é necessário que o pregador tenha conhecimentos das doutrinas cristãs, pois é a partir delas que a compreensão dos textos bíblicos tornam-se muito mais claros e adquirem significados expressivos para a pregação.

Se você deseja adquirir este entendimento profundo e claro para transmitir em suas pregações…

Se você deseja desenvolver ainda mais as suas habilidades homiléticas para transmitir muito melhor a mensagem aos seus ouvintes…

Se você deseja fornecer aos seus ouvintes as informações suficientes e necessárias para que eles também possam crescer em Cristo de forma frutífera…

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Lembre-se do objetivo!

Agora, você precisa estar continuamente atento ao que a pregação deve alcançar. O que importa, no final das contas, é o objetivo que você mira.

Mesmo que seu estilo de pregação ainda não seja excelente; ou se você ainda não compreende a Bíblia com tanta profundidade; ou se você ainda não consiga transmitir a palavra como você gostaria…

O que importa é o objetivo da sua pregação.

Porque você prega? O que você está pregando? Qual o alvo da sua pregação? Qual o resultado da sua pregação?

O cristão só entende com clareza o motivo, o conteúdo, o alvo e o resultado da pregação eficaz quando ele conhecer com profundidade a Palavra de Deus e compreender, de verdade, o bem da salvação e o mal do pecado.

Finalmente, lembre-se: a pregação é pesada. Você precisará trabalhar muito para pregar bem. Mas antes que você fique atolado nos detalhes, antes de começar a traçar argumentos e ler comentários, certifique-se de já conhecer as doutrinas cristãs e ter uma ideia clara do que você realmente está fazendo.

Então, pregador, vá para a palavra de Deus. Estude. Entenda. Pegue a visão. Desenvolva suas pregações. Exponha Cristo aos pecadores. Abençoe vidas.



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3 Passos Para Ser um Capelão Evangélico

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

Você tem aptidão para servir outros como capelão? Um capelão oferece orientação espiritual a pessoas que enfrentam circunstâncias difíceis. Por exemplo, hospitais, prisões e instalações militares costumam ter um capelão disponível para aqueles necessitados de apoio religioso.

Se essa profissão admirável parece ser a escolha certa para você, é necessário buscar uma certificação de um conselho de certificação de capelania reconhecido nacionalmente. Siga para o passo 1 a fim de aprender mais sobre como ser um capelão.

PASSO 1 – Preparando-se Para a Carreira de Capelão

Entenda o que o trabalho envolve. Um capelão é ordenado ou contratado por uma organização ou um grupo religioso para atender as necessidades de pessoas em várias situações diferentes. Um capelão costuma trabalhar em hospitais, casas de repouso, bases militares e prisões.

Como capelão, seu papel é entrar em contato com pessoas que precisam de orientação e oferecer aconselhamento e conforto àqueles que estão doentes, confinados ao lar ou afastados de casa a serviço. Dependendo de onde você estiver empregado, suas obrigações podem incluir:

  • Visitar pessoas ligadas à sua congregação ou organização em casa ou no hospital ou definir um expediente durante o qual as pessoas podem procurá-lo.
  • Ouvir as pessoas que precisam de apoio espiritual e rezar com elas.
  • Ministrar serviços religiosos ou liderar sessões de orações.
  • Oferecer aconselhamento para superação de sofrimento.
  • Conduzir serviços funerais.

Mantenha a mente aberta e demonstre empatia. Um capelão deve ser capaz de profunda empatia e abertura para formar relacionamentos com várias pessoas diferentes de todas as origens.

Como capelão, você está em posição de ajudar pessoas que se encontram muito vulneráveis, seja por enfrentarem uma doença terminal ou por estarem muito longe de casa e da família. Possuir a capacidade de se conectar a pessoas de todas as origens é um pré-requisito muito importante para ser um capelão.

Capelães que trabalham em hospitais, prisões e bases militares interagem com pessoas de diversas religiões. Algumas pessoas que buscam orientação espiritual podem não pertencer a uma religião. Para ser um bom capelão, é importante estar aberto e aceitar todos os tipos de crenças religiosas, até mesmo aquelas diferentes da sua.

Mesmo que seja membro de uma congregação religiosa em particular, você precisa ser capaz de trabalhar com pessoas de origens diferentes. Por exemplo, talvez você precise aconselhar alguém que fez escolhas que vão contra os seus princípios religiosos.

A capacidade de deixar de lado opiniões pessoais para ser útil e demonstrar empatia é importante independentemente de com quem você esteja trabalhando.

Seja capaz de atender as necessidades espirituais de estranhos. Não importa onde você trabalhe como capelão, você vai encontrar pessoas novas com regularidade. Existe a possibilidade de encontrar uma pessoa apenas uma ou duas vezes, portanto você deve ser capaz de ajudar, inspirar e motivar quem acabou de conhecer.

O objetivo é sempre forjar laços profundos e significativos que sustentem as pessoas nas circunstâncias mais difíceis. É necessário ser uma pessoa especial capaz de estabelecer esse tipo de relacionamento com rapidez.

Seja confiável e capaz de manter segredo. Um dos seus principais deveres como capelão é aconselhar aqueles que se encontram em aflição espiritual. Quando as pessoas o procuram para pedir ajuda, elas compartilham informações sigilosas na expectativa de que estas não sejam divulgadas.

Assim como um advogado ou um psiquiatra que deve manter a confidencialidade, espera-se que você faça o mesmo. Um capelão que não consegue ser confiável perde logo a autoridade e a eficiência.

Esteja disponível para ajudar a qualquer hora. As pessoas enfrentam crises espirituais em qualquer momento, até mesmo no meio da noite. Dependendo de onde você trabalha, como um médico de plantão, talvez você precise largar o que está fazendo ou acordar a qualquer hora para ajudar aqueles que estão com problemas.

Ser abnegado assim não é da natureza da maioria das pessoas; pode ser exaustivo e obrigá-lo a pagar um preço pessoal. É essa generosidade de espírito particular que torna os capelães especiais.

No entanto, é importante estabelecer limites para proteger a própria vida pessoal. Por exemplo, você pode precisar dar informações pessoais de contato. Dependendo de onde estiver empregado, pode haver outras restrições.

Tenha força espiritual. Ao precisar orientar pessoas ao longo do dia, você pode sentir sua energia se esvair. Como capelão, é preciso se ajudar e não se deixar abater espiritualmente. Manter firme a própria espiritualidade e ser capaz de lidar com a tensão de ajudar os outros é essencial para se tornar um capelão que consiga fazer a diferença.

PASSO 2 – Atendendo os Requisitos Educacionais

Obtenha um grau de bacharel. Muitas instituições e organizações não o verão como um capelão adequado em potencial até que você obtenha pelo menos um grau de bacharel.

Ao tentar se tornar um capelão, os focos educacionais mais relevantes e úteis são teologia e aconselhamento. Algumas faculdades, universidades e seminários podem oferecer um treinamento especializado para formar capelães. Mas, obter um grau de Bacharel em Teologia ou em algum outro curso religioso, como por exemplo, Ciências da Religião, também é suficiente.

Se você aspira se tornar um capelão em uma instituição específica, como em um hospital ou em uma prisão, complemente a educação formal com experiência voluntária. Tal experiência será um fator a seu favor quando você se candidatar a um emprego.

Considere obter um grau de mestre. Muitas instituições exigem que o capelão tenha no mínimo o grau de mestre (e algumas preferem candidatos com Doutorado). Esse grau é especialmente necessário se você deseja se tornar capelão em um hospital ou em uma instalação militar. Faça um mestrado em divindade ou em um campo relacionado e considere avançar para um programa de doutorado se o emprego desejado o exigir.

Um curso com foco em aconselhamento bíblico ou cuidado pastoral fornece as ferramentas certas para se tornar um capelão.

PASSO 3 – Encontrando um Emprego de Capelão

Obtenha uma certificação de capelania. Dependendo de onde deseja trabalhar, talvez seja necessário obter uma certificação de uma organização reconhecida por uma associação de capelães profissionais. Há muitas organizações nacionais de capelães cada qual com padrões um pouco diferentes para a certificação de capelães. Escolha aquela mais adequada às suas crenças e ambições de trabalho. Em geral, você precisa passar em um teste escrito que atenda aos seguintes requisitos para receber a certificação:

  • Ordenação como ministro (ou o equivalente no seu grupo religioso).
  • Aprovação do seu grupo religioso.
  • Uma graduação em teologia (ou em assunto relacionado).
  • Quatro unidades da EPC concluídas.

Determine se você precisa concluir uma residência. Alguns hospitais e outras instituições exigem que o capelão conclua uma residência antes de ser contratado em caráter permanente. As residências são concluídas sob a supervisão de um capelão sênior e podem levar de um a dois anos. Quando a residência é concluída satisfatoriamente, o candidato pode se tornar capelão.

Os capelães residentes trabalham com famílias e equipes hospitalares e participam de palestras e seminários como parte do treinamento.

Torne-se membro de uma organização profissional de capelães. Há várias organizações de capelania em todo o Brasil, cada qual com seus próprios requisitos de associação. Tornar-se membro de uma dessas organizações é uma ótima forma de se relacionar com outros capelães e obter acesso a oportunidades de emprego à medida que elas surgem.

Dicas Extras

Diferentemente de muitas outras práticas – como medicina e direito – a capelania não está sujeita a regulamentação federal. Nos EUA, a maioria dos estados não tem requisitos legais ou leis de capelania. Além das organizações nacionais de capelania que fornecem credenciais e aprovação, não há padrões ou requisitos gerais para se tornar um capelão. (Wikihow)

Você deseja tornar-se um capelão evangélico? Adquira agora o nosso curso de Teologia e você receberá TOTALMENTE GRÁTIS o curso completo de CAPELANIA EVANGÉLICA.



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Capelania Evangélica – Você sabe o que é?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

A Capelania ganhou muita força nestes últimos anos, principalmente no Brasil pelas Lideranças Evangélicas, já que os hospitais, presídios, escolas, universidades e outras instituições vêm se preocupando com a qualidade no atendimento das pessoas com carências espirituais, afetivas e emocionais, necessitando de uma pessoa capacitada, com estímulo e entusiasmo.

O Curso de Capelania é um dos cursos mais procurados pelas lideranças evangélicas do mundo inteiro. O objetivo da Capelania é de oficializar esta atividade dentro das Leis do nosso Pais.

Para isso é necessário o treinamento e capacitação do Capelão para desenvolver suas habilidades dentro das áreas social e religiosa com qualidade.

Porém, é comum a maioria dos interessados em tornarem-se capelães ainda terem dúvidas sobre a Capelania, por isso, disponibilizamos este guia rápido com algumas dúvidas e respostas.

Quais São os Requisitos Para Ser Capelão?

É necessário que a pessoa que entende o chamado do SENHOR e quer servi-Lo através do serviço Capelâmico, busque se aprofundar nas questões relacionais, especialmente no segmento Psicoteológico.

Preferencialmente, se tiver cursado um bom seminário teológico saberá como responder às controvérsias apologéticas contemporâneas. Indispensável que seja uma pessoa de oração, versada na Bíblia (2 Timóteo 2:15), e que não se cansa de buscar conhecimento, a fim de dirimir dúvidas teológicas, vivenciais, relacionais e procurar estar informada sobre as interações no diálogo inter-religioso.

Todo Capelão Militar é Concursado?

Sim e não! Sim, os Capelães Militares passam por concurso interno ou externo e certamente existem requisitos básicos para que possam concorrer ao cargo desejado. Mas, alguns pastores e religiosos podem fazer voluntariamente o serviço de Capelania Militar, quando apresentam projeto especifico para isto nos Quartéis e Corporações, de acordo com a necessidade local.

Os Capelães das Forças Armadas São Concursados?

Sim. Os Capelães da Marinha, do Exercito e da Aeronáutica passam por concurso público externo, cujo quesito principal é ser bacharel em Teologia e, normalmente, tenha experiência como pastor e liderança eclesiástica. Sabe-se até o momento que, aqui no Brasil esta oportunidade tem sido oferecida apenas ao público masculino.

Por que Alguns Capelães São Remunerados e Outros Não São?

No Brasil o serviço religioso de Capelania tem sido oferecido voluntariamente. Mas, sabe-se que as Escolas confessionais remuneram seus Capelães porque estes fazem parte do quadro de funcionários.

Isto não significa que as Igrejas não possam ou não devam oferecer uma ajuda de custo, sustento ou ofertar aos seus laboriosos missionários urbanos que realizam Capelania nas Escolas Públicas.

Portanto, é preciso deixar claro que exercer o serviço religioso de Capelania é, primeiramente, atender a um chamado vocacional da parte de DEUS.

A Capelania Pode Ser Reconhecida Como Missões Urbanas?

Por que não? Precisamos aceita-la como missão, já que é um atendimento à vocação e, ela responde aos anseios locais de alcançar os não alcançados no meio urbano e de forma integral se for possível.

Seja no hospital, na escola, na universidade, junto à guarda portuária, aos centros de apoio aos refugiados, nas empresas e organizações, aos recasados, encarcerados, nos funerais, nos asilos ou orfanatos; em todos os casos a Capelania vai ao encontro do citadino para leva-lo ao conhecimento da Salvação e dar-lhes apoio emocional, aconselhamento e mentoria.

Ter uma identificação de Capelão é Suficiente Para o Trabalho de Capelania?

Se o Capelão obteve através de curso uma carteira para facilitar sua entrada em locais onde pode ser praticada a Capelania e ele prescindir os estudos em função desta facilidade estará cometendo um grande equívoco com o passar do tempo.

Obter conhecimento nunca será suficiente para nos levar a compreender a alma humana em sua totalidade e complexidade. Como já foi dito anteriormente, quanto mais nos aprofundarmos nas questões Psicoteológicas, melhor. Isto porque nos deparamos com a miséria da alma humana em muitas situações e estamos falando de Pessoas. Quanto mais nos solidarizamos com o próximo, maiores as chances de levá-lo ao conhecimento de Cristo.

Quanto à admissão em qualquer órgão público ou privado para exercer Capelania, certamente, terá melhor êxito se for recomendado pela igreja do Capelão, independente de ter uma carteira ou não, até porque o serviço de Capelania não é autônomo e deve ter a Igreja como enviadora, parceira e até sustentadora, seja em intercessão ou remuneração.

Qual a Utilidade do Credenciamento de Capelania?

Por muitas razões, uma delas é ter a liberdade de fazer uma esporádica visita no leito de enfermidade, obviamente num hospital. A visita esporádica pode requerer a apresentação de um emblema, uma carteira de identificação, normalmente da Ordem Nacional de Capelania Cristã ou de outra organização voltada para o primor deste serviço.

A apresentação da carteira ou crachá de Capelania, certamente possibilita o ingresso em locais os quais pessoas sem a qualificação capelânica não tem permissão para entrar.

Outra razão importante, no caso fiscalização trabalhista, se o Capelão for abordado para provar que faz seu serviço voluntariamente, ou seja, não está inserido no quadro de funcionários daquele local de trabalho, poderá provar que pertence a outro regimento e é mero serviçal em Missão do Reino.

Estudar Capelania me Torna um Capelão?

Não necessariamente. A pessoa que realiza um curso de Capelania, seja presencial ou à distância, seja de extensão ou uma oficina, somente será considerada de fato uma Capelã desde que, naturalmente, exerça a função. Notoriamente será considerada de direito e de fato quando, além de frequentar um curso e se preparar para isto, for para o campo missionário.

Por Que é Recomendável um Seminário de Capelania?

Normalmente, os Seminários despertam os vocacionados, oferecem informações preciosas e o caminho das pedras até mesmo para quem já fez algum curso de Capelania, independente da modalidade.

São expostas experiências e há troca de ideias numa dinâmica vivencial, porque se entende que a Oficina tem a primazia de oferecer aprendizado contínuo para quem precisa se reciclar e atualizar-se em sua vocação.

Novas literaturas, eventos e organizações sérias sempre são lembradas nas Oficinas e Clínicas de Capelania. Isto sem contar as mudanças legislativas, acordos associativos e o surgimento de novos parceiros, que viabilizam a caminhada do Capelão de forma mais suave e segura.

Visitação é o Mesma Que Capelania?

Definitivamente não. Fazer uma visita não é o mesmo que exercer, sistematicamente e comprometidamente, a função ou a tarefa de Capelania seja em que campo for.

O voluntário pode, variavelmente, visitar um campo prisional a cada semestre periodicamente, por exemplo, mas isto não faz dele um Capelão. A exemplo disto podem ser citados os pastores.

A Capelania, como uma função extra pastoral, pode ser realizada por pastores independente se estes tenham realizado ou não algum curso de Capelania.

Entretanto, é possível que algumas pessoas façam, sistematicamente, visitas nalgum campo em obediência ao seu chamado vocacional e que ainda não tenham frequentado qualquer Curso ou Oficina, por qualquer que seja a razão. A falta dalgumas diretrizes e técnicas específicas pode colocar em risco o bom nome desta classe operária do Reino.

Recomendamos, portanto, que os que assim procedem façam o quanto antes um bom Curso, ainda que à distância, para aprimorarem o seu conhecimento e dar sentido às suas experiências.

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Como Funciona a Capelania Escolar?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

A capelania escolar é um tema pouco pesquisado no Brasil. Apesar de ser uma área vasta e com muito potencial de abrangência, contudo a literatura escrita a respeito é bastante escassa. As bibliografias encontradas atualmente acabam focando duas áreas mais exploradas, como a capelania militar e a capelania hospitalar. Já a capelania escolar quase não é pesquisada em nosso país, apesar da existência de instituições de ensino centenárias que desde sua fundação têm utilizado essa ferramenta ainda que informalmente.

Essa é uma das grandes dificuldades encontradas nos documentos históricos dos colégios confessionais ao se buscar a atuação dos primeiros capelães. A despeito de todas terem uma atuação plena de capelania, a maioria das escolas não registra esses feitos com o mesmo termo usado na atualidade.

A Capelania Escolar

Entende-se por “capelania escolar” ou “capelania educacional”, o ramo da capelania voltada para a ação pastoral dentro das escolas ou instituições de ensino (creches, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio, cursinhos, EJA e universidades).

Podemos definir capelania como: “Um serviço de apoio e assistência espiritual comprometida com a visão da integralidade do ser humano (corpo, emoções, intelecto, espírito)”. Sua função é a de orientar e encorajar nos momentos de crise, reavivando a fé e a esperança de quem necessite, fazendo-se presente nos momentos de crises da vida, compartilhadas no aconselhamento pastoral, nas visitas aos hospitais, consolando e trazendo alento nos velórios.

Público -Alvo da Capelania

A capelania escolar possui um público-alvo variado, que parte dos alunos e seus familiares ou responsáveis diretos até os colaboradores do corpo docente e administrativo; enfim, todos os que se envolvem ou são envolvidos no processo educativo e que estejam passando por conflitos nas esferas pessoal e familiar.

A atuação mais comum no ambiente escolar desempenhada pela capelania é:

  • Cultos com alunos;
  • Aulas de ensino religioso ou educação cristã;
  • Aconselhamento pastoral;
  • Presença nos velórios e sepultamentos;
  • Cultos especiais, devocionais setoriais e nas formaturas;
  • Visitação a enfermos em hospitais e nos lares;
  • Avaliação de material didático;
  • Distribuição de literatura confessional;
  • Palestras que ofereçam assuntos relevantes com orientação bíblica envolvendo alunos, pais e professores;
  • Incentivo e acompanhamento de grupos de oração e devocionais de alunos e de funcionários;
  • Assistência social e o incentivo aos trabalhos voluntários e filantrópicos.

A capelania escolar evidenciou-se em muitas das escolas confessionais evangélicas no Brasil. Essas escolas foram organizadas no século XIX, sendo que muitas delas tinham a finalidade principal de evangelizar, para isso eram necessárias à alfabetização e a educação do povo. Entre os batistas, presbiterianos e metodistas, surgiram os grandes colégios, fundados por missionários norteamericanos que vieram para o Brasil. Paralelamente ao trabalho educativo, os pastores realizavam o aconselhamento pastoral e a evangelização, ensaiando os primeiros modelos de capelania escolar.

Desafios da Capelania Escolar

Apesar de muitas escolas de origem protestante ainda permanecerem firmes no cenário educacional brasileiro e a cada dia surgirem mais escolas evangélicas novas, o oferecimento de serviços de capelania parece encolher ou ser menos presente a cada década. Não obstante, aumenta a sua necessidade e crescem os desafios que as escolas enfrentam, aos quais a capelania poderia ajudar em muito como suporte ou em sua solução.

Segundo a ABIEE (Associação Brasileira de Instituições Educacionais Evangélicas), cerca de 60% dos alunos matriculados nas escolas confessionais evangélicas não são evangélicos.

Atualmente, tem sido colocada sobre a capelania uma grande expectativa, a de buscar caminhos para lidar adequadamente com as crises familiares, institucionais e sociais que todos estão sofrendo. Cabe à capelania trilhar caminhos que influenciem o ambiente escolar para lidar com a expectativa que as famílias estão colocando sobre as escolas confessionais, ciente, de que a expectativa superará as condições e as possibilidades do serviço que os profissionais capelães podem oferecer.

No entanto, infelizmente: “As escolas cristãs não estão cumprindo o aspecto de sua missão evangelizadora e pastoral, que estava na gênese de sua criação e no sonho dos pioneiros que as fundaram, e que as diferenciavam das outras escolas seculares”.

O serviço de capelania, em uma escola confessional, contribui de forma decisiva na identificação da mesma, pois sua existência revela que o discurso da confessionalidade não se restringe a uma fundamentação teórica, ou a uma simples ligação institucional ou denominacional. Mas revela que sua prática em favor dos necessitados concretiza sua fé por meio de atos solidários para com os que sofrem e em ações que refletem sua cosmovisão cristã.

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Como Estudar Bíblia em 11 Passos

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

Estudar Bíblia é sempre uma questão de motivação. Geralmente na vida encontramos tempo para fazer o que realmente desejamos fazer. Se virmos o valor da Palavra de Deus, sem dúvida iremos desejar estudá-la. Mas, para vermos seu valor, precisaremos olhar através dos olhos da fé. Caso contrário, um jogo de futebol ou um programa de televisão serão mais atraentes e animados. A fé nos capacita a ver o valor eterno das Escrituras em contraste com o valor transitório e olvidável do resultado de um jogo de futebol.

Outra grande ajuda para a motivação é sermos responsáveis por um grupo de estudos bíblicos que se encontra regularmente, ou por uma classe de Escola Dominical. Isto exerce pressão sobre a pessoa, fazendo-a sossegar para estudar em preparação para sua aula.

Não existe um único “melhor método” para se estudar a Bíblia. O que é o melhor para um crente pode não ser para outro. O que posso fazer é sugerir um método. Ele consiste de passos que provaram ser úteis para todos os estudantes da Bíblia e da Teologia.

1. Ore para que o Senhor faça de você uma pessoa ensinável por meio de seu Espírito Santo. Reconhecer nossa própria ignorância nos coloca no caminho da bênção.

2. Depois, em oração, selecione o livro da Bíblia a ser estudado. Provavelmente o Evangelho de João é o escolhido mais frequentemente. A carta de Paulo aos Romanos seria o segundo texto preferido.

3. Comece com uma porção pequena. Seu objetivo final será estudar a Bíblia inteira, e pensar em uma tarefa tão imensa poderá ser algo assustador. Mas, lembre-se que um grande trabalho é feito por muitos pequenos trabalhos. Você não consegue estudar a Bíblia inteira de uma vez, nem mesmo um livro inteiro, mas você pode estudar alguns versículos. É aí que se começa.

F. B. Meyer escreve de maneira semelhante:

“É minha convicção crescente que, se os cristãos não tentassem ler tantos capítulos da Bíblia diariamente, mas estudassem cuidadosamente o que eles realmente lessem, observando as referências às margens, lendo o contexto, comparando a Escritura com a Escritura, esforçando-se para captar um ou mais pensamentos completos da mente de Deus, haveria maior riqueza na experiência deles; maiores novidades em seu interesse pelas Escrituras; mais independência dos homens e dos meios; e um aproveitamento maior da Palavra do Deus vivo. Sim, haveria uma percepção prática do que Jesus quis dizer com: “A água que eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.14b).”

4. Em um caderno escreva em forma de pergunta tudo sobre a passagem que não esteja claro. Quando as pessoas me perguntam como estudar a Bíblia, eu invariavelmente respondo: “Com um ponto de interrogação no cérebro”. Isso não significa que eu questiono a inspiração ou a infalibilidade da Palavra. Nem por um segundo! Mas eu encaro os problemas honestamente e pergunto: “O que isto significa?”

Deixe-me dar-lhe uma ilustração. Em João 13.31-32, Jesus disse:

“Agora, foi glorificado o Filho do Homem, e Deus foi glorificado nele; se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará nele mesmo; e glorificá-lo-á imediatamente”.

Quando você lê esta passagem pela primeira vez, ela pode lhe parecer uma ordem ambígua de palavras santas. Se você passar por cima dela como sendo algo que está além de sua capacidade, você nunca vai entender seu significado. Mas, se você parar e encarar o problema, perguntar o que a passagem significa, e buscar respostas, você finalmente irá entendê-la. Jesus estava falando em antecipação ao que aconteceria no Calvário. Ele foi glorificado ali por ter completado Seu trabalho e Deus também foi grandemente honrado pelo que Jesus fez.

O “se” usado na passagem é o “se” do argumento e significa “uma vez que”. Uma vez que Deus foi glorificado pelo trabalho sacrificial do Salvador, Deus glorificará o Senhor Jesus Cristo em Si mesmo, isto é, em Sua presença. E Ele o fará imediatamente. Ele fez isso ao levantar o Salvador de entre os mortos e O assentou à Sua direita nos céus.

5. Frequentemente releia a passagem, memorize-a se for possível, até que sua mente fique saturada das palavras da Escritura. Geralmente à medida que você medita sobre a passagem, a luz surgirá e você pensará em outros versículos que esclareçam ou suplementem aquela porção.

6. Faça a leitura em tantas traduções confiáveis da Bíblia quantas forem possíveis. Mesmo paráfrases podem ser úteis para esclarecer o significado de um versículo. Abaixo seguem alguns versículos da versão [Revista e Atualizada] comparada com a paráfrase de J. B. Phillips:

  • Colossenses 1.28-29 (ARA):

“O qual nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim”.

  • Colossenses 1.28-29 (Phillips’s New Testament in Modern English):

“Portanto, naturalmente, nós proclamamos a Cristo! Admoestamos a cada um que encontramos, e ensinamos cada um que podemos, sobre tudo o que sabemos a respeito d’Ele, para que possamos trazer todo homem à sua maturidade total em Cristo. É nisso que estou trabalhando e lutando, com toda a força que Deus coloca em mim”.

  • Colossenses 2.8 (ARA):

“Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo”.

  • Colossenses 2.8 (Phillips’s New Testament in Modern English).

“Tomem cuidado para que nenhum homem estrague a fé de vocês por meio do intelectualismo ou de bobagens. Isso é, no máximo, baseado nas ideias de homens sobre a natureza do mundo, e desconsideram a Deus”.

7. Leia tantos bons comentários sobre a Bíblia quantos puder encontrar. Seja como o pescador que pesca com rede, buscando ajuda de onde puder encontrar. Contudo, você deve tomar cuidado para não permitir que os comentários tomem o lugar da Bíblia em si. E, logicamente, você deve ler com discernimento, testando todos os ensinamentos através da Bíblia e se firmando naqueles que forem bons. Como sempre se diz, coma a laranja e deixe as sementes, ou coma o frango e deixe os ossos.

Eu sei que há alguns cristãos devotados que insistem em que devamos ler apenas a Palavra de Deus. Eles parecem se orgulhar de serem independentes de qualquer ajuda de fora, e isso aparentemente deve garantir a pureza de sua doutrina. Sempre fico preocupado com pessoas que têm essa atitude. Primeiramente, ela negligencia o fato de que Deus deu mestres à Igreja, e, como estes são dons que vêm de Deus, não deveriam ser desprezados. O ministério dos mestres pode ser oral ou escrito, mas os benefícios são os mesmos.

Da mesma forma, há tremendo valor na comunhão com outros que estudam a Palavra e em comparar as interpretações. Isso ajuda a evitar que você veja apenas um lado, ou que tenha tendências para o extremo. Isso também impedirá que você avance em visões bizarras, se não heréticas.

Jovens crentes deveriam buscar ter um mentor – uma pessoa que combine espiritualidade com o conhecimento das Escrituras. Trazer perguntas e problemas para uma pessoa como esta é uma grande ajuda no crescimento, na graça e no conhecimento.

Tome notas de explicações, ilustrações e exposições que sejam úteis. Naquele momento você pode pensar que depois vai se lembrar delas, mas há muita probabilidade de não se lembrar.

8. Discuta as perguntas e questões com outros cristãos e tente obter respostas. É maravilhoso como o Senhor fornece respostas satisfatórias como resultado de estudo diligente durante anos.

9. Continue buscando até que você consiga dar uma explicação simples e concisa da passagem à outra pessoa. Você não conseguiu realmente dominar uma passagem até que possa explicá-la com simplicidade e clareza. Explicações muito profundas e rebuscadas geralmente escondem um real fracasso em entender o que a Bíblia está falando de verdade.

10. Passe a outros aquilo que você aprendeu. Isso o ajudará a fixar o conteúdo em sua mente e deve ajudá-lo a animar os que receberem sua explicação.

11. Estude com intenção de obedecer ao que está lendo. Não se esquive do pleno ensinamento da Palavra. Lembre-se que a obediência é o órgão do conhecimento espiritual.

Nunca separe a doutrina do dever. A Bíblia não é um livro de Teologia Sistemática no qual as doutrinas são dadas isoladamente. Filipenses 2.6-8 é uma das grandiosas passagens sobre a Pessoa de Cristo, mas é apresentada juntamente com um pedido para que os cristãos pensem sobre os outros e não em si mesmos. É por isso que alguém disse que todo verbo na forma indicativa tem um imperativo, isto é, toda afirmação de fato está ligada a algo que devemos fazer. A doutrina sozinha pode ser fria e sem vida. Deixe para os outros a discussão sobre “quantos anjos cabem na cabeça de um alfinete”; tais especulações nunca levarão à vida de piedade. (William MacDonald).



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A Interpretação Literal da Bíblia é Melhor?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

No início dos anos 80, trabalhei em um serviço de correspondência cristão, juntamente com mais algumas dezenas de estudantes do Seminário de Dallas. Nós entregávamos certos tipos de documentos na área de Dallas e de Fort Worth.

Para esse serviço, foi necessário aprender a utilizar um guia de ruas. Com o auxílio do índice, no final do guia, ficava fácil e rápido encontrar a página certa e até o segmento da página onde se podia identificar a rua procurada. Constantemente éramos alertados: “Enquanto utilizássemos corretamente o guia de ruas não haveria erros para encontrar os endereços pretendidos”. Toda vez que ocorria um engano na busca de algum endereço, a razão era a de não ter procurado a orientação no guia com a devida atenção.

Com a Bíblia ocorre algo semelhante. Enquanto a lermos com a devida atenção, isto é, enquanto fizermos a interpretação adequada dos seus ensinamentos, não corremos o risco de nos perdermos em suas páginas ou de cometermos enganos. Então compreenderemos a Bíblia da maneira como Deus pretendia que fosse.

Gostaria de falar brevemente sobre o modo correto de ler a Bíblia. Se o fizermos dessa maneira, teremos condições de entender as revelações que Deus fez, através da Profecia Bíblica, também de modo correto – principalmente no que diz respeito à cronologia profética. Por outro lado, teremos melhores condições de verificar o quanto as interpretações proféticas da Teologia da Substituição e do Preterismo são falhas.

Iniciaremos com a aplicação da interpretação literal nas Escrituras. O termo “literal”, utilizado na Hermenêutica (a ciência da interpretação bíblica) tem origem no Latim – sensus literalis – e pretende descobrir o sentido literal do texto, ao contrário de um sentido não literal ou alegórico. Trata-se de procurar a compreensão que uma pessoa com inteligência normal teria ao ler um texto, sem a aplicação de chaves ou códigos especiais.

A interpretação literal das Escrituras também pode ser definida como o entendimento dos conceitos com base na vida diária normal. As palavras recebem o mesmo significado que possuem numa comunicação usual. Trata-se de interpretar uma passagem bíblica da maneira normal ou óbvia. No entanto, é necessário mencionar algumas limitações.

O Método Literal Não Exclui Expressões Idiomáticas ou Figuras de Retórica

Quando a Bíblia menciona os olhos, os braços ou as asas de Deus (Sl 34.15; Is 51.9; Sl 91.4), isso não deveria ser interpretado literalmente. Deus não possui características físicas – Ele é Espírito (Jo 4.24). Da mesma maneira, é impossível que Ele seja literalmente uma rocha material (Sl 42.9). De qualquer modo, nós não saberemos, nesse aspecto literal, aquilo que Deus não é, enquanto não tivermos conhecimento daquilo que Ele literalmente é.

Por exemplo, se não fosse literalmente verdade que Deus é Espírito e Eterno, não poderíamos afirmar que certas referências feitas a Deus em outras passagens da Bíblia não podem interpretadas literalmente, como, por exemplo, uma forma material ou finita.

A afirmação de Jesus, em João 15.1: “Eu sou a videira verdadeira…” não é considerada como uma verdade física pelo método de interpretação literal. Muito antes, ela é entendida como uma figura de retórica – ela significa que os crentes recebem sua vida espiritual de Jesus, nossa “videira espiritual”. É importante que tenhamos a compreensão disso, pois a literatura profética e apocalíptica, como Daniel e o livro do Apocalipse, fazem uso frequente de expressões idiomáticas e de figuras retóricas.

Às vezes não é fácil descobrir se uma passagem deve ser compreendida literalmente, ou não. No entanto, existem algumas diretrizes que podem nos auxiliar nesse sentido. Resumindo: um texto pode ser interpretado figurativamente…

  • quando ele obviamente tem o sentido figurado, por exemplo, quando Jesus afirmou que Ele é a porta (Jo 10.9);
  • quando o próprio texto indica um sentido figurativo, por exemplo, quando Paulo mostra o sentido alegórico de um texto (Gl 4.24);
  • quando uma interpretação literal for contrária a outras verdades descritas na Bíblia, ou mesmo fora dela, por exemplo, quando ela fala dos “quatro cantos da terra” (Ap 7.1).

Trazendo tudo a um denominador comum: “Quando o sentido literal faz sentido, não procure por outro sentido, a não ser que o resultado seja um absurdo”.

O Método Literal Não Exclui o Emprego de Símbolos

A Bíblia está repleta de símbolos. No entanto, cada símbolo consta figurativamente em relação a algo literal.

Por exemplo, no livro do Apocalipse aparecem muitos símbolos que representam literalmente coisas concretas. Jesus explicou que as sete estrelas em Sua mão direita representam “os anjos [mensageiros] das sete igrejas” (Ap 1.20) e que os sete candeeiros representam as sete igrejas (Ap 1.20). As taças de incenso representam as orações dos santos (Ap 5.8) e as “águas” simbolizam “povos, multidões, nações e línguas” (Ap 17.1,15).

Assim, cada símbolo consta em relação a algo que realmente existe. Muitas vezes há indicações no texto que nos conduzem à interpretação literal oculta nos símbolos – tanto no contexto imediato ou mesmo distante em outra passagem da Escritura.

O Método Literal Não Exclui a Aplicação de Parábolas

Jesus apresentou parábolas que não tinham interpretação literal. No entanto, cada parábola expressa algum objeto literalmente.

Jesus pretendia que as parábolas fossem entendidas pelas pessoas que estivessem dispostas para isso. Ele até explicou duas delas aos Seus discípulos – a Parábola do Semeador (Mt 13.3-9) e a Parábola do Trigo e do Joio (Mt 13.24-30). O Senhor o fez, não somente para dirimir qualquer dúvida sobre a interpretação correta, como também para mostrar aos crentes como as outras parábolas devem ser interpretadas. Jesus não interpretou as demais parábolas, certamente indicando que Ele considerava os crentes capacitados a seguir o Seu método e a compreender o significado literal das mesmas.

Seis Razões Para Empregar o Método Literal

Existem pelo menos seis bons motivos que favorecem a abordagem literal das Escrituras (incluindo as profecias).

  • Trata-se do modo normal como cada idioma é entendido.
  • A maior parte da Bíblia adquire um sentido quando ela é interpretada literalmente.
  • Esse método permite que haja um sentido secundário (alegórico) quando o contexto assim requer.
  • Todos os significados secundários (alegóricos), no entanto, são dependentes do significado literal. Não seria possível identificar o que textualmente se refere a Deus enquanto não soubermos o que é literalmente verdade.
  • Trata-se do único controle sensato e seguro para nossas suposições subjetivas.
  • É a única abordagem que coincide com a essência da inspiração (do conceito de que as palavras das Escrituras foram geradas pelo “sopro de Deus”).

A Confirmação Bíblica Para o Método Literal

O próprio texto bíblico fornece numerosas comprovações para o método literal de interpretação. Assim, textos bíblicos mais recentes permitem a compreensão literal de textos mais antigos, como, por exemplo, o relato da Criação, em Gênesis 1-2 (ver Êx 20.10-11). O mesmo ocorre com o relato da criação de Adão e Eva (Mt 19.4-6; 1Tm 2.13); o pecado de Adão e, em consequência, a sua morte (Rm 5.12,14); Noé e o Dilúvio (Mt 24.38) e os relatos sobre Jonas (Mt 12.39-41), Moisés (1Co 10.2-4,11) além dos vários personagens históricos.

Além disso, em Sua primeira vinda, Jesus cumpriu mais de cem profecias. Assim, por exemplo, havia as promessas de que Ele seria:

  • o descendente de uma mulher (Gn 3.15);
  • oriundo da linhagem de Sete (Gn 4.25);
  • descendente de Sem (Gn 9.26);
  • descendente de Abraão (Gn 12.3);
  • descendente da tribo de Judá (Gn 49.10);
  • o Filho de Davi (Jr 23.5-6);
  • nasceria de uma virgem (Is 7.14);
  • nasceria em Belém (Mq 5.2);
  • anunciado como o Messias (Is 40.3);
  • o futuro Rei (Zc 9.9);
  • o sacrifício para o perdão dos nossos pecados (Is 53);
  • traspassado em Seu lado (Zc 12.10);
  • “aniquilado” – morto (Dn 9.24-26), por volta de 33 d.C.;
  • ressuscitado dentre os mortos (Sl 2 e 16).

Observe também: Jesus, ao interpretar a profecia literalmente, indicava de maneira clara que Ele concordava com o método literal de interpretação do Antigo Testamento (Lc 4.16-21).

Ao vermos a Bíblia confirmar a presença de parábolas (Mt 13.3) ou de um significado alegórico (Gl 4.24), ela demonstra que o normal é o significado literal. Além disso, quando Jesus explicava uma parábola, Ele deixava claro que uma parábola traz em si um significado literal (Mt 13.18-23).

Quando Jesus repreendeu aqueles que não consideravam a ressurreição de maneira literal, Ele indicava que a interpretação literal do Antigo Testamento era a correta (Mt 22.29-32). A maneira como Jesus aplicava as Escrituras é uma das provas mais convincentes de que a Bíblia deve ser interpretada literalmente.

O que isso significa é óbvio. Uma cronologia da Profecia, que exige dados exatos, precisa se basear na interpretação literal das profecias bíblicas, individualmente. (Ron Rhodes)



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O que a Bíblia diz sobre o Evangelho?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

Se morresse esta noite, você tem certeza de que iria para o céu?

Já ouvi todos os tipos de respostas para esta pergunta: “Eu não acredito no céu”. “Eu acho que vou para o céu”. “Espero que eu vá”. “Não tenho certeza se vou, mas tento ser uma boa pessoa”.

No entanto, nem todas as pessoas “verão a Deus” – o destino de muitas será o inferno. O Novo Testamento revela o local dessas chamas eternas: o Lago de Fogo (Ap 19.20; Ap 20.10,14-15).

Então, o que fazer quando você quiser dizer a alguém que ama como evitar o castigo eterno? Você evangeliza: anuncia a Boa-Nova, ou seja, dá a boa notícia. Você apresenta o Evangelho. À medida que o mundo se aproxima da vinda do Anticristo, muitos falsos evangelhos estarão circulando. Mas somente o Evangelho de Jesus Cristo tem o poder para a salvação.

O Que é o Evangelho?

A palavra “evangelho”, euaggelion em grego, significa simplesmente “boa notícia”. Existem vários tipos de boas notícias, e o Novo Testamento usa a palavra em uma variedade de maneiras.

Se tomar a forma substantiva, euaggelia, e adicionar a forma verbal “izo” ao final, você tem o verbo grego “evangelizar”, que significa, literalmente, “compartilhar uma boa notícia”. Este é o mesmo verbo usado quando os anjos vieram aos pastores nos campos e anunciaram o nascimento de Cristo. O anjo basicamente disse: “Não temais; [eis aqui vos evangelizo] eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo” (Lc 2.10).

Quando você compartilha com as pessoas sobre como elas podem alcançar a vida eterna e evitar o Lago de Fogo, você está compartilhando o Evangelho – a Boa Notícia.

Quatro livros da Bíblia são chamados Evangelhos: Mateus, Marcos, Lucas e João. Eles apresentam a Boa Notícia do ministério terreno do Filho de Deus, que veio do céu para revelar Deus Pai à humanidade e, em seguida, ter uma morte sacrificial pelos nossos pecados.

As Escrituras Hebraicas – 39 livros escritos em um período de 1.000 anos – chamam Deus de “Pai” apenas uma dúzia de vezes. Mas, nos Evangelhos, Jesus fala muitas vezes de Seu “Pai”, e nos diz para orarmos: “Pai nosso, que estás nos céus” (Mt 6.9; Lc 11.2). Ser capaz de chamar a Deus de “Pai” é uma Boa Notícia. De fato, a verdade de Jesus é uma grande notícia de qualquer maneira que você olhe para ela. O Evangelho de Jesus Cristo oferece infinito amor ao povo de Deus, oferece perdão dos pecados, ajuda em tempos de necessidade, acesso direto ao trono da graça, libertação do Lago de Fogo e vida eterna na presença de Deus.

Não é de admirar que o apóstolo Paulo tenha escrito: “Não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego [gentio]” (Rm 1.16, ACF). O conteúdo do Evangelho que nós compartilhamos com as pessoas geralmente segue a mensagem de Paulo em 1 Coríntios 15:

“Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei (…). Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,?e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.?E apareceu a Cefas [Pedro] e, depois, aos doze.?Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez (…).?Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos?e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo” (vv. 1-8).

Cristo morreu, segundo as Escrituras, foi sepultado, ressuscitou, e apareceu a muitos. Este é o Evangelho em poucas palavras.

Uma Oferta Irrecusável

Há mais de 7 bilhões de pessoas na Terra. Dentre esses 7 bilhões, um dia Deus, em Sua graça, estendeu a mão para mim para abrir os meus olhos e receber esta Boa-Nova. Hoje Ele está chegando a você. Ele está compartilhando o Evangelho com você puramente com base em Sua bondade e graça, e deseja levá-lo a um relacionamento pessoal com Ele.

Se alguém lhe oferecesse um carro novo de graça, você responderia: “Não, obrigado. Eu tenho um velho calhambeque que prefiro manter”? As chances são de que você ficaria encantado com a oferta. E você não somente ficaria grato a essa pessoa, mas provavelmente também falaria a todo mundo sobre isso.

Deus fez-lhe uma oferta. Ele quer dar-lhe o perdão do pecado, quer que você faça parte da Sua família e tenha um lar no céu para sempre. Isso é uma boa notícia.

Por que Ele pode fazer essa oferta? Porque Jesus pagou o preço pelos nossos pecados. Ele morreu em nosso lugar. Mesmo que você não se importe com Jesus, Ele ainda cuida de você. Na verdade, Ele se importa tanto que morreu por você: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).

Por que foi necessário que Jesus morresse por nós? Porque a santidade de Deus exigia um sacrifício perfeito, sem pecado. Você e eu não podemos morrer um pelo outro; somos pecadores por nascimento e por ação. Em toda a história humana, somente Jesus estava qualificado a morrer como penalidade pelo pecado dos outros. Você já não tem mais que pagar a penalidade no Lago de Fogo. Você pode obter o perdão por meio da fé em Cristo: “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus” (1Pe 3.18).

O Lago de Fogo nunca foi preparado para as pessoas: “Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25.41). O Lago de Fogo foi preparado para o diabo e os demônios. Mas também é o lugar onde as pessoas vão passar a eternidade se elas não responderem à Boa-Nova.

Alguns anos atrás, eu estava dirigindo pela rodovia Garden State, em North Jersey. Há um ponto em que a estrada é cercada por muros de ambos os lados. Naquele dia o tráfego estava engarrafado por quilômetros, porque um cachorro pastor alemão, de alguma forma, acabara entrando na rodovia. As pessoas queriam ajudar o cão; mas ele estava tão amedrontado, tão enlouquecido com o que estava acontecendo, que não deixava ninguém chegar perto dele.

Muitas pessoas são assim. Elas temem aqueles que querem ajudá-las. Elas temem ou não gostam dos cristãos que compartilham o Evangelho, embora o façamos para salvar suas vidas.

Você Sabe Onde Passará a Eternidade?

Se morresse hoje à noite, você sabe com certeza se iria para o céu?

Não há margem para dúvidas. E há um caminho do qual você pode estar certo: Jesus morreu para pagar por seus pecados. Deus quer colocar o seu pecado sobre Jesus e transferir a justiça de Jesus para você. A chave é a fé. Fé significa confiar em Jesus, e somente nEle, para o perdão dos pecados. Você não pode confiar em si mesmo, em suas boas ações, em sua formação teológica, ou em qualquer outra coisa. E, ao confiar em Jesus, você está confiando no Deus de Abraão, de Isaque, e de Jacó. Cristo e o Pai são um só.

Não sabemos quando vamos morrer. Agora é o momento para acolher a Boa-Nova. “Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6). O Salmo 95:8 declara: “Não endureçais o coração, como em Meribá [na rebelião], como no dia de Massá [na tentação], no deserto”.

Se você nunca aceitou a Jesus como seu Salvador pessoal, você pode fazê-lo agora mesmo, orando: “Querido Deus, eu sei que sou um ser humano pecador. Sei que não posso chegar ao céu por mim mesmo. Eu nunca poderia ser bom o suficiente. Acredito que Jesus é Teu Filho. Creio que Ele morreu na cruz em meu lugar. Entendo que Ele é o único caminho para o céu. Por favor, toma meu pecado e dá-me o dom da vida eterna. Ajuda-me a Te servir, e faz de mim um seguidor de Jesus. Obrigado, Deus, por fazeres isso por mim”.

Milhões de pessoas ao longo dos tempos já fizeram uma oração semelhante a esta, vinda de seus corações; foram transformadas de dentro para fora, e nasceram na família de Deus. O Evangelho é o poder de Deus para a salvação. Se fosse morrer hoje à noite, você saberia com certeza que iria para o céu?

À medida que o apóstolo João se aproximava do fim de sua primeira epístola, ele escreveu: “Estas coisas vos escrevi, a fim de saberdes que tendes a vida eterna, a vós outros que credes em o nome do Filho de Deus” (1Jo 5.13). A fé é a certeza de vitória sobre a morte e sobre o Lago de Fogo. A fé nos assegura que podemos habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl 23.6b). Essa realmente é uma boa notícia! (Richard Emmons).



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8 Maneiras Proveitosas de Ler e Estudar a Bíblia

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

Quantas pessoas se propõem a ler a Bíblia, porém, nem sempre com um objetivo claro e direcionado para o seu desenvolvimento e crescimento espiritual. Estas, infelizmente, não alcançarão o que de melhor a mensagem bíblica tem a oferecer: a transformação completa aos moldes de Cristo.

Quando nos propomos a ler a Bíblia apenas para “inflar o nosso ego”, as palavras que nos trariam vida e paz em abundância, agora nos trarão espada, morte e a severidade da lei, haja visto a afirmação paulina de que a letra mata, mas o Espírito é o que vivifica, ou seja, ler por ler as Sagradas Escrituras, além de não causar transformação, ainda poderá prejudicar o leitor, não porque a sua mensagem é perigosa, mas porque o mal discernimento das coisas espirituais poderá levar o leitor àos caminhos que até parecem de vida, mas proporcionam fim tráfico: falta de fé, questionamento da soberania e infalibilidade divina, etc.

Para tanto, propomos aqui 8 formas de você ler a sua Bíblia e adquirir tanto o conhecimento de Cristo, quanto o alimento espiritual para a sua alma. Acompanhe comigo!

1. Comece a ler sua Bíblia hoje mesmo

A maneira de se fazer algo – é fazendo; e a maneira de se ler a Bíblia – é realmente lendo-a! Não é meramente querendo, ou desejando, ou decidindo, ou pretendendo, ou pensando sobre isso – assim você só avançará um passo. Você deve de fato ler. Não há um “caminho dourado” para esse assunto, assim como não há para a oração. Se você não sabe ler, convença alguém a lê-la para você. De uma maneira ou de outra, através dos olhos ou ouvidos – as palavras das Escrituras precisam passar pela sua mente.

2. Leia a Bíblia com um desejo profundo de entendê-la

Não pense, nem por um momento, que a grande questão é virar certa quantidade de papel impresso, sem importar se você entende ou não. Algumas pessoas ignorantes parecem imaginar que se eles avançaram tantos capítulos por dia, sua tarefa está feita, apesar de não terem noção sobre o que foi lido. Só sabem que avançaram o marcador de livros algumas páginas para frente. Isso é transformar a leitura da Bíblia em um mero ritual. Guarde isso na sua mente como um princípio geral: uma Bíblia que não é entendida é uma Bíblia que não faz nada em sua vida! Diga a você mesmo constantemente enquanto você lê, “De que se trata tudo isso?”. Busque o significado como um homem busca por ouro.

3. Leia a Bíblia com a fé e humildade de uma criança

Abra seu coração à medida que você abre o livro de Deus e diga: “Fala, Senhor, pois teu servo está ouvindo!”. Decida implicitamente acreditar em qualquer coisa que você encontre lá, não importa o quanto seja contrário aos seus próprios desejos e preconceitos. Decida receber no coração cada afirmação da verdade, quer você goste ou não.

Fique atento àquele hábito miserável no qual alguns leitores da Bíblia caem – eles aceitam algumas doutrinas porque gostam delas, e rejeitam outras porque elas os condenam, ou condenam algum parente ou amigo. Dessa forma, a Bíblia é inútil! Somos juízes sobre o que deve estar na Palavra de Deus? Sabemos melhor do que Deus? Guarde em sua mente: você receberá tudo e crerá em tudo, e aquilo que você não for capaz de entender, você aceitará que é verdade mesmo assim. Lembre, quando você ora, você está falando com Deus, e Deus o ouve. Mas lembre também, quando você lê as Escrituras, Deus está falando com você, e você não deve “ordenar”, mas ouvir!

4. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e autoaplicação

Sente para estudá-la com uma determinação diária de que você viverá por suas regras, descansará em suas afirmações e agirá de acordo com seus mandamentos. Considere, à medida que navega por cada capítulo. “Como isso afeta meu pensamento e minha conduta diária? O que essa passagem me ensina?”.

É um trabalho pobre ler a Bíblia por mera curiosidade e propósitos especulativos para encher sua mente com meras opiniões, porque você não permite que o livro influencie seu coração e sua vida. A Bíblia que é mais bem lida é aquela que é mais praticada!

5. Leia a Bíblia diariamente

Faça com que a leitura e meditação de algum trecho da Palavra de Deus sejam parte do seu dia a dia. Meios particulares de graça são tão necessários diariamente para nossas almas como alimento e vestimenta são para nossos corpos. O pão de ontem não alimentará o trabalhador hoje; e o pão de hoje não alimentará o trabalhador amanhã. Faça como os Israelitas no deserto. Pegue o seu maná fresco a cada manhã. Escolha a parte do dia e os horários. Não atropele sua leitura, apressadamente. Dê a sua Bíblia a melhor e não a pior parte do seu tempo!

Qualquer que seja o plano que você use, faça da visita ao trono da graça e a Palavra de Deus uma regra da sua vida para todos os dias.

6. Leia toda a Bíblia – e a leia de uma maneira ordenada

Temo que haja muitas partes da Palavra que algumas pessoas nunca lêem. Para dizer o mínimo, isso é um hábito muito presunçoso. “Toda a Escritura é útil” (2 Timóteo 3.16). Esse hábito é o causador da falta de uma visão balanceada da verdade, tão comum hoje em dia. Algumas pessoas lêem a Bíblia como um perpétuo sistema de “mergulhar e pegar”, como aperitivos. Eles parecem desconsiderar a possibilidade de avançar regularmente por todo o Livro.

7. Leia a Bíblia de forma justa e honesta

Decida considerar tudo em seu significado claro, óbvio, e considere com muita suspeita todas as interpretações forçadas. Como uma regra geral, o que um verso da Bíblia parece significar – é o que ele significa! Uma regra bastante valiosa é: “A maneira correta de se interpretar a Escritura é considerá-la como a encontramos, sem nenhuma tentativa de forçá-la a um sistema teológico particular.”

8. Leia a Bíblia com Cristo continuamente em perspectiva

O grande e primário objeto de toda a Escritura é testificar sobre Jesus! As cerimônias do Antigo Testamento são sombras de Cristo. Os juízes do Antigo Testamento são tipos de Cristo. As profecias do Antigo Testamento estão cheias dos sofrimentos de Cristo e de Sua Glória ainda porvir. A primeira e a segunda vinda, a humilhação do Senhor e Seu reino glorioso, Sua cruz e sua coroa brilham intensamente em toda a Bíblia. Segure-se firme nisso, e você lerá a Bíblia corretamente.

Eu poderia facilmente adicionar mais dicas, porém, apesar de poucas e curtas, você perceberá que estas são muito proveitosas quando postas em prática.



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5 Motivos Para Estudar a Bíblia Exegeticamente

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

George Muller foi um evangelista e missionário inglês. Notável por sua fé na providência de Deus e pela sua obra às crianças desamparadas. Cuidou de 10.024 órfãos durante a sua vida e explorou com grande fé e entusiasmo a vida interior, fé e oração. Isso é o que nós lembramos dele.

Mas, Muller também foi um excelente teólogo e suas palavras ainda hoje nos surpreendem:

“Qual é a comida do homem interior? Não é a oração, mas a Palavra de Deus; e… não a simples leitura da Palavra de Deus, de modo que ela apenas passe através de nossas mentes, assim como a água corre através de um tubo, mas considerando o que lemos, ponderando sobre isso, e aplicando-a em nossos corações.”

O estudo bíblico não é um passeio casual através de um livro ou uma oportunidade para pesquisarmos vários textos bíblicos que nos ajudem a encontrar mensagens que se ajustem às nossas próprias crenças e desejos pessoais.

Estudar a Bíblia é um mergulho na voz, nos planos e na providência de Deus. É uma expedição viva que muda o leitor que se aplica a ouvir, meditar, pesquisar e aplicar.

Mas, por que estudar a Bíblia desta forma? Quais os reais benefícios do estudo aprofundado da Palavra de Deus?

Aqui estão cinco benefícios para uma estratégia exegética de estudo da Bíblia.

1 – Obter uma visão mais ampla do contexto

O que nós vemos acontecer hoje não é novidade. Desde há muito tempo, muitos estudantes da Bíblia, focam em microtextos bíblicos e criam suas “grandes e absolutas verdades”.

Historicamente, sempre houveram certos grupos de cristãos infelizes que se concentraram em um capítulo ou mesmo em um versículo da Bíblia para desenvolver sua visão de mundo. Esses esforços pervertem o significado da Escritura porque ela ignora o cânon em favor de uma nuance particular encontrada em uma parte específica.

Porém, o segredo do bom estudante é quando você olha para o quadro maior, a história maior. É assim que a Bíblia fica interessante!

Sim, nós vemos fragmentos da verdade nos detalhes, mas nada pode ser comparado ao mosaico completo da Palavra quando vemos a progressão da Escritura.

2 – Descobrir o que Deus quer dizer; e não o que você gostaria de ouvir

O estudo bíblico exegético começa com as mãos vazias e abertas a Deus. Nós precisamos nos aproximar de Deus com uma atitude constante de desapego ao que nós mesmos acreditamos ser a verdade.

A razão é que “nossas verdades”, grande parte das vezes estão viciadas pelos problemas, aflições, decepções, (pré-)conceitos, etc.

Quando temos a constante atitude de dizer: “Senhor, eu vou me aprofundar, ler com os olhos e coração abertos e permitir que você fale a verdade. Eu colocarei minhas convicções pessoais de lado e vestirei a armadura completa, esperando que Tu abales a minha fundação”.

3 – Aprender as Escrituras e aplicar corretamente

A maioria das pessoas, quando pensam em Teologia, visualiza graus exigentes, mistérios da revelação divina e enigmas complicados que precisam ser decifrados. Mas a verdade da Palavra de Deus é muito mais simples do que alguns dizem ser.

Soren Kierkegaard, um dos grandes filósofos e teólogos dinamarqueses, argumenta:

“O assunto é bem simples. A Bíblia é muito fácil de entender. Mas nós, cristãos, somos um bando de vigaristas intrigantes. Nós fingimos ser incapazes de entendê-la porque sabemos muito bem que no minuto em que a entendemos, somos obrigados a agir de acordo.”

Qual tem sido a sua atitude diante disto? Tem se eximido dos estudos, ou aplica-se à entender a vontade de Deus para praticá-la?

4 – Aproveitar a diversidade de gêneros e estilos

Ao contrário de um livro didático preenchido com códigos, fórmulas e teoremas, Deus nos deu um livro de histórias, poemas, metáforas, ditos, mandamentos, lamentos e revelações proféticas.

Através do estudo exegético das Escrituras, o brilho e a clareza da história de Deus ganham vida com dinamismo e profundidade surpreendente. Respiramos profundamente a verdade do caráter de Deus e o poder de sua graça. É uma mensagem unificada contada em vários métodos e estilos. Até os quatro Evangelhos se misturam; contando a mesma história, mas de forma diferente.

O Evangelho de João é poético e associa-se a símbolos e progressões intencionais. Evangelho de Lucas, a voz gentia com uma visão de humanidade sofredora e aqueles perdidos nas margens da sociedade. O relato ordeiro de Lucas é muito diferente do Evangelho de Marcos, que é muito focado na ação rápida do ministério de Cristo.

5 – Entender que as descobertas orgânicas são grandes incentivos a continuar estudando

É ótimo aproveitar a sabedoria e a inspiração de Antônio Gilberto, Augustus Nicodemus, Calvino, Tim Keller, Abraão de Almeida, Strong e tantos outros escritores incríveis. Mas, é muito melhor nós descobrirmos algumas verdades da Bíblia Sagrada a partir das nossas próprias necessidades. Isto é particularmente importante para nós, pois descobrimos que as verdades da Palavra de Deus sobre a variedade local geralmente têm uma impressão maior e mais pessoal em minha vida.

Eu acredito que você vai concordar.

Há momentos em que você descobre algo tão relevante para a sua própria vida ou que pode ser aplicado na vida de seus amigos e irmãos, que você não consegue ficar sem compartilhar isso com eles.

Isso lhe traz à vida e lhe deixa maravilhado ao perceber de uma maneira tão íntima que é o Espírito Santo em ação, atuando na sua mente, durante os seus estudos bíblicos?

Certamente, interpretar exegeticamente as Escrituras é desvendar a mensagem e o mistério de todo o conselho de Deus, entrando na mensagem e vendo onde isso leva você. Você pode não saber quando começar, mas seu destino é sempre maravilhoso e bonito.



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23 Tipos de Teologia – Quantas Você Conhece?

Bacharel em Teologia | Doutor em Teologia | Mestre em Teologia | Básico em Teologia

O estudo da Teologia é algo de extrema importância para qualquer cristão. Na verdade, qualquer pergunta ou resposta relacionada á Deus, sua obra ou ação, bem como sobre a relação do homem com Deus é uma busca teológica a partir dos elemento colocados à nossa disposição.

Estes elementos estão presentes no próprio homem, na natureza, no universo; nas ações e relações humanas; na evolução ou involução de alguns processos naturais, etc.

Todos estes elementos contribuem para a busca contínua de entender melhor sobre a Divindade. Por conta disso, a Teologia tem sido dividida em vários ramos de estudos, priorizando um conhecimento mais claro e objetivo na área que se propõe a estudar.

Abaixo uma lista (não exaustiva) das várias divisões do estudo teológico, na busca por ordenar, sistematizar e tornar-se relevante para a humanidade, buscando tornar mais didática a compreensão sobre a Divindade.

Teologia Anacroamática

A mais alta teologia. É a teologia do ensino em contraposição a teologia catequética. O termo foi criado pelos escolásticos luteranos para nomear a exposição e defesa dos mais altos ministérios da fé cristã.

Teologia Alexandrina

Doutrina cristã elaborada em Alexandria, no Egito, e que floresceu do terceiro ao quinto século. A principal tarefa dos doutores e pais alexandrinos foi harmonizar a teologia cristã com a filosofia de Platão.

Teologia Asiática

Esforço concentrado dos cristãos asiáticos em adequar a mensagem de Cristo á sua realidade. Os teólogos da Ásia, de um modo geral, alegam que o cristianismo foi tremendamente adulterado pelo Ocidente, fazendo-se necessária pois, uma adaptação da Teologia Cristã às reais necessidades culturais, históricas e antropológicas da região.

Tal preocupação, aliás, já era manifestada por Sadu Sundar Sing. O evangelista Indiano fazia questão de dar a água da vida a seu povo em uma taça Indiana e não numa chávena Inglesa. Os princípios da transculturação jamais podem ser esquecidos.

Teologia Bíblica

A Teologia bíblica estuda a Bíblia e organiza as conclusões obtidas pela Teologia exegética (que usa técnicas como a exegese para interpretar a Bíblia) em várias divisões e áreas de estudo, com a finalidade de estudar e conhecer a evolução ou a história progressiva da Revelação de Deus à humanidade, desde da sua queda e passando pelo Antigo Testamento e Novo Testamento.

A Teologia Bíblica, ao contrário da Teologia Sistemática, é indutiva, isto é, a partir da pesquisa exegética faz afirmações, ou seja, parte do específico para o geral.

De um modo geral, a Teologia Bíblica parte da exegese de textos bíblicos como afirmação primeira, daí elaborando afirmações decorrentes.

Teologia da Experiência

Doutrina segundo a qual a experiência é a base da Teologia Cristã. Neste sentido, o conhecimento é prescindível. Um de seus maiores representantes é Friedrich Schleiermacher (1768 – 1834).

Em seu sistema, o teólogo alemão não realça a ação de Deus em relação à Humanidade, mas busca mostrar o cristianismo pela experiência do homem com o sobrenatural.

Teologia da Libertação

A Teologia da Libertação é uma corrente teológica cristã nascida na América Latina, depois do Concílio Vaticano II e da Conferência de Medellín, que parte da premissa de que o Evangelho exige a opção preferencial pelos pobres e especifica que a teologia, para concretar essa opção, deve usar também as ciências humanas e sociais.

É considerada como um movimento supradenominacional, apartidário e inclusivista de teologia política, que engloba várias correntes de pensamento que interpretam os ensinamentos de Jesus Cristo em termos de uma libertação de injustas condições econômicas, políticas ou sociais.

Ela foi descrita pelos seus proponentes como uma reinterpretação analítica e antropológica da fé cristã, em vista dos problemas sociais, mas seus oponentes a descrevem como um marxismo, relativismo e materialismo cristianizado.

Leonardo Boff, um dos expoentes da teologia da libertação no Brasil.

Teologia da Morte de Deus

Conhecida também como ateísmo cristão e Teologia Secular, a Teologia da Morte de Deus, que floresceu na década de 1960, ensinava já estar totalmente descartada, pelo homem moderno, a idéia de um Deus transcedental.

Eis os maiores representantes da doutrina: Thomas J.J. Altizer, William Hamilton e Paul van Buren.

Teologia das Alianças

O mesmo que Teologia dos Pactos. Doutrina que tem por base as alianças e concertos que Deus estabeleceu com o homem.

A forma padrão pela qual se organiza a Teologia da Aliança considera a história do relacionamento de Deus com a humanidade, desde a Criação, a Queda até a Redenção para a Consumação, sob o marco de três abrangentes alianças teológicas: Aliança das Obras, Aliança da Graça e Aliança da Redenção.

Aliancistas dizem serem “teológicas” essas três alianças, porque, embora não explicitamente apresentadas como tais no texto da Bíblia Sagrada, podem ser consideradas teologicamente implícitas, ao descrever e resumir a imensa riqueza de dados e informações escriturísticos.

Igrejas Reformadas sistemas de pensamento tratam a Teologia da Aliança clássica não meramente como um ponto de doutrina ou como um dogma central, mas como a estrutura pela qual o texto bíblico se organiza.

Teologia Dialética ou Teologia Neo-Ortodoxa

Teologia dialética (ou teologia da crise ou, ainda, teologia da Palavra) ou neo-ortodoxia foi um movimento teológico que floresceu na Europa (particularmente na Alemanha) da década de 1920.

Reagindo ao liberalismo teológico, a teologia dialética tem em Karl Barth o principal nome. Além dele, outros teólogos tornaram-se conhecidos, como Emil Brunner, Friedrich Gogarten, Eduard Thurneysen e Rudolf Bultmann, por exemplo.

De uma forma geral, a teologia dialética apresenta duas características básicas. Em primeiro lugar, afirma-se que a própria revelação tem estrutura dialética, “na medida em que mantém unidos elementos que se excluem reciprocamente: Deus e homem, eternidade e tempo, revelação e história”.

Segundo, os próprios enunciados teológicos devem seguir esta metodologia dialética, exprimindo tanto a posição quanto a negação. O grande exemplo desta metodologia continua sendo o primeiro livro de Karl Barth, intitulado A Carta aos Romanos.

Teologia dos Pactos

Doutrina que considera o relacionamento entre Deus e os homens a essência da Teologia. Este ensino floresceu durante a reforma protestante, e teve como principal representante a Zwínglio. Posteriormente seria desenvolvida por João Calvino.

A teologia do pacto é o evangelho apresentado no contexto do plano eterno de Deus de comunhão com o Seu povo, e seu desenvolvimento histórico nos pactos das obras e da graça (bem como nos vários estágios progressivos do pacto da graça).

A teologia do pacto explica o significado da morte de Cristo à luz da plenitude do ensino bíblico sobre os pactos divinos, fortalece nosso entendimento da natureza e uso dos sacramentos, e provê a explicação mais completa possível dos fundamentos de nossa segurança.

Colocado de outra forma, a teologia do pacto é o modo da Bíblia explicar e aprofundar nosso entendimento da: (1) expiação [o significado da morte de Cristo]; (2) segurança [a base de nossa confiança de comunhão com Deus e o desfrutar de Suas promessas]; (3) os sacramentos [sinais e selos das promessas pactuais de Deus – o que eles são e como eles operam]; e (4) a continuidade da história da redenção [o plano unificado de salvação de Deus].

A teologia do pacto é também uma hermenêutica; uma abordagem do entendimento das Escrituras – uma abordagem que tenta explicar biblicamente a unidade da revelação bíblica.

Teologia do Processo

De conformidade com este sistema, cujos maiores representantes são Shailer Mathews e Henry Nelson Wieman, acha-se Deus completamente envolvido no interminável processo a que se encontra submetido o Universo. Sob esta ótica, as ciências naturais tem mais peso que a relação divina.

Esta doutrina esta mais baseada na filosofia do que na Teologia. Haja vista que um de seus mais respeitáveis adeptos é o pensador francês Henry Bergson.

Teologia Empírica ou Teologia Natural

A Teologia Natural é o ramo da filosofia que investiga o que a razão humana sem a ajuda da revelação pode nos dizer a respeito de Deus. É aqui entendida como uma tentativa de determinar as características de Deus sem recorrer à revelação divina (escritura ou experiência mística) ou à qualquer ideia que não seja “natural”.

Aqui não se trata de olhar para a beleza da natureza ou evidências de design, mas sim de através da razão humana apenas, do pensamento e de nada que não seja “natural”, se chegar a Deus.

A Teologia Natural é o resultado intelectual da tendência natural da mente humana para desejar ou ser inclinado em direção a Deus. Haveria um “instinto natural” no ser humano de se buscar “algo maior”, uma busca para além dos limites da razão e da ciência.

Esta abordagem tradicionalmente apela ao “desejo natural de ver Deus”, desenvolvido por Tomás de Aquino, embora a recente ciência cognitiva da religião abriu outras formas de desenvolver este tema bastante interessantes.

Teologia Especulativa

Filosofia pagã que se ocupa em especular a cerca de Deus.

Teologia Federal

Elaborado por Johannes Cocceius ( 1603 – 1669 ), este sistema tem como base a idéia de que toda raça Humana estava representada em Adão, no pacto de obras que Deus firmara com o nosso primeiro Pai. Por isso todos fomos afetados por sua queda.

Teologia Filosófica

A teologia filosófica é um ramo da teologia em que os métodos filosóficos são utilizados para chegar a uma compreensão mais clara das verdades divinas. Existe um debate sobre se a teologia e a filosofia devem estar envolvidas no esforço do homem para chegar à verdade, ou se a revelação divina pode, ou deve, se manter sozinha.

Ao longo dos séculos, tem havido várias teorias diferentes sobre o quão extensivamente os sistemas filosóficos devem ser aplicados aos conceitos teológicos.

Alguns dizem que os dois devem ser absolutamente separados, que não têm nada a ver com o outro. Outros dizem que a filosofia e a razão são necessárias para que o homem entenda corretamente a revelação divina. Ainda outros tomam uma abordagem moderada, dizendo que a filosofia é uma ferramenta útil, mas que não deve ser totalmente confiada.

A teologia filosófica surgiu nos séculos 18 e 19, quando os pensadores positivistas, modernistas e iluministas atacaram o Cristianismo. Os teólogos queriam uma maneira de explicar e defender as suas crenças e descobriram que podiam usar métodos filosóficos para defender a revelação divina.

O uso da filosofia para analisar e explicar a teologia não foi sem precedentes.

Tomás de Aquino, Agostinho e outros teólogos da Antiguidade tinham usado as ideias de Aristóteles e Sócrates em seus escritos em um esforço para pensar e compreender os conceitos apresentados na Bíblia.

Muitos apologistas modernos ainda usam argumentos filosóficos. Por exemplo, os argumentos teleológicos e ontológicos para a existência de Deus são enraizados firmemente na teologia filosófica.

Teologia Histórica

A teologia histórica é um ramo dos estudos teológicos que investiga os mecanismos sócio-histórico culturais que deram início às ideias, sistemas, e afirmações teológicas.

Também compreende a história das doutrinas, o impacto da verdade bíblica em sua trajectória secular e histórica. Inclui, também, um estudo analítico do abandono da verdade bíblica, por parte de grupos hereges que tem aparecido durante a Era Cristã.

Também é chamada de História das Doutrinas, História da Teologia e História do Pensamento Cristão.

Teologia Mediadora

Tendo como seus maiores representantes Dorner e Karl Ullmann, este sistema prima por buscar um ponto de equilíbrio entre as diversas forças doutrinárias que pugnam no arraial Cristão.

Um de seus labores é medir a convivência do racionalismo com o sobrenaturalismo. Para esta Teologia, todas as correntes, por mais antagônicas que se mostrem entre si, podem atuar livre e harmonicamente na Igreja Cristã.

Teologia Moral

Teologia Moral é uma disciplina e um campo de conhecimento da Teologia que se dedica ao estudo e à pesquisa do comportamento humano em relação a princípios morais e ético-religiosos. O vocábulo moral provém do latim mos-moris, que inicialmente significava costume, evoluindo depois para uma significação equivalente ao grego ethos.

Na teologia cristã, a teologia moral ocupa-se do estudo sistemático dos princípios ético-morais subjacentes à doutrina e às verdades reveladas por Deus, bem como à sua aplicação posterior à vida quotidiana do cristão e da Igreja. Esta teologia está, em parte, englobada pela teologia sistemática. Mas, apesar disso, muitas vezes ela também está associada à teologia prática.

O Evangelho e as verdades e doutrinas reveladas, estudadas pela teologia dogmática, estão essencialmente ligadas a uma ética e conduta moral, algo que eles têm que fazer em consequência (e prova) de sua salvação.

Teologia Negra

Fundado a partir das doutrinas libertárias de James Cone, este sistema tem como primordial preocupação a libertação política, social e econômica do homem negro. Suas afinidades com a Teologia da Libertação são muito impressionantes.

Teologia Ortodoxa

Sistema Doutrinário que se acha de acordo com as crenças oficialmente aceitas. Nem sempre, porém, a ortodoxia está de acordo com as Sagradas Escrituras. As doutrinas de uma seita herética, por exemplo, em relação a si, são ortodoxas; mas, em relação à Palavra de Deus, heterodoxas. Por isso, uma doutrina para ser válida tem de ser, além de ortodoxa, essencial, estrutural e historicamente Bíblica.

A verdadeira ortodoxia tem de estar de acordo não somente com o arcabouço doutrinal da denominação, mas principalmente com os arcanos da Bíblia Sagrada.

Teologia Pastoral

Doutrina que tem por objetivo apresentar as razões, funções e reivindicações do ministério Cristão conforme preconiza o Novo Testamento.

A teologia pastoral é a disciplina teológica estudando a prática eclesial e oferecendo critérios para a ação corretiva. É a parte da Teologia cristã que cuida da aplicação prática dos ensinamentos teológicos à ação ou pastoral da Igreja e à vida quotidiana de cada crente, principalmente à formação dos fiéis, conduzindo-os no reto caminho da Palavra de Deus e da salvação, através dos ensinamentos.

Esta teologia, que está englobada pela teologia prática, contém vários sub-campos relacionados como a Teologia de Missões, a Evangelização, a psicologia pastoral ou psicologia da religião, homilética e áreas similares.

Teologia Política

Ensino que defende a participação da igreja nas decisões nacionais, visando a apresentação à sociedade e aos poderes constituídos as reivindicações da Palavra de Deus quanto à promoção do bem comum.

Teologia Sistemática ou Teologia Dogmática

Organização lógica e ordenada das verdades alusivas a Deus e ao seu relacionamento com o homem, num sistema doutrinário, cultural e historicamente coeso e harmônico com as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento.

A teologia sistemática, que engloba ramos como a teologia das doutrinas, a teologia dogmática e a teologia filosófica, é a disciplina da teologia cristã que formula uma descrição ordenada, racional e coerente da fé e crenças cristãs. Ela reúne as informações extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes contradições e, com isso, fornece um grande sistema explicativo (diferentemente da teologia histórica ou da teologia bíblica).

A teologia sistemática está também associada por vezes à apologética cristã, que serve para, no confronto teológico entre diferentes religiões e heresias, defender a doutrina da confissão cristã em causa.

Você conhece mais algum tipo de Teologia? Fique à vontade para comentar abaixo!



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